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Mesas TI de maio falou sobre as estratégias de TI das maiores empresas brasileiras

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A segunda edição de 2015 do Mesas TI, realizada pelo SEPRORGS na sexta-feira, 22 de maio, trouxe uma perspectiva contínua à temática tratada na primeira edição do evento deste ano: depois de abordar o cenário atual e as perspectivas futuras da economia e política brasileiras, o encontro entre fornecedores, usuários e formadores de opinião em TIC e negócios trouxe uma visão sobre como a TI deve ser alinhada à estratégia das empresas que quiserem ganhar competitividade em um momento complexo e fazer dele não uma crise, mas uma oportunidade de crescimento.

“Falamos anteriormente sobre as perspectivas econômicas do Brasil, com as primeiras projeções da crise que já está bem maturada. Já esta edição nos mostrou como as maiores empresas do Brasil se comportam, quais as suas estratégias de compra de TI e como podemos nos adequar ao mercado neste cenário de transformação da econômica”, destacou o presidente do SEPRORGS, Edgar Serrano.

Em seu discurso de abertura do evento, Serrano reafirmou críticas ao modelo de relações trabalhistas brasileiro, defasado por basear-se em leis retrógradas que em nada contribuem para o avanço econômico e social.

“Hoje, na TI, os maiores encargos que as empresas enfrentam vêm de leis que são de 85 anos atrás, baseadas em políticas de Mussolini, que são as leis trabalhistas”, destacou o gestor.

Para ele, um dos assuntos que se sobressai neste sentido é o projeto de lei voltado à terceirização atualmente em tramitação no país.

“Na TI, a relação trabalhista terceirizada é fundamental para o desenvolvimento do setor. ”Veja-se países que já a utilizam, como os Estados Unidos. No Brasil, uma empresa não pode contratar outras para realizar tarefas que ajudam a compor sua oferta, mas não são seu core business, se estas empresas estiverem na mesma atividade fim. Por exemplo, na área de software: uma desenvolvedora não pode contratar uma testadora, pois ambas são da atividade de software. Como fazer, como o empresário pode avançar? Por isso muitas empresas optam por terceirizar, mas todas, com isso, se expõem a riscos, pois hoje isso não é uma prática legalizada no país, o que engessa a evolução sadia do setor”, avaliou Serrano.

 

Fonte: Capital Informação/

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Empresas Gaúchas

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26 de maio de 2015 Escrito por: Empresas Gaúchas
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